Sejam bem vindos ao Encantos da nossa aldeia, blogue para a divulgação das paisagens e habitos do povo das aldeias do nosso Portugal

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Por terras da Beira(4)


Continuando esta digressão por terras da Beira ond e hoje por sinal deve ter caído um dos maiores nevões das ultimas décadas, seguimos de Penamacor directamente para o grande concelho de Idanha a Nova.
Aqui vou me socorrer dum Blog que estou a seguir Por terras do Rei Wamba da autoria do grande amigo Joaquim Batista, oriundo de Idanha a Velha.
Partimos então da Hipótese de estarmos em terras da Idanha passeando nas terras do rei Wamba.
de Penamacor ,
Concelho que faz fronteira com o da Idanha, e dirijimo nos directamente a Monsanto Aldeia mais portuguesa

Evidentemente que o concelho d e Idanha tem uma vasta região onde se situam as freguesias de Alcafozes, Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Velha, Ladoeiro, Medelim, Monfortinho, Monsanto, Oledo, Penha Garcia, Proença-a-Velha, Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo, São Miguel de Acha, Segura, Toulões e Zebreira


duas imagens com a bela Vila de Monsanto
São Miguel d'Acha
Castelo de Penha Garcia

Castelo de Salvaterra do Extremo

no Ladoeiro encontramos para além de um grande historial, Tambem esta fonte antiga na parte mais baixa desta localidade

Torre da Igreja Matriz de Medelim

Fortaleza de Segura

Uma imagem do Oledo

Proença a Velha com o seu pelourinho

Uma foto da Capela d Nossa Senhora da Piedade na Zebreira

Aspectos Geográficos
O concelho de Idanha-a-Nova, do distrito de Castelo Branco, localiza-se na Região Norte (NUT II) e na Beira Interior Sul (NUT III). Ocupa uma área de 1416,3 km2 e abrange 17 freguesias: Alcafozes, Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha, Ladoeiro, Medelim, Monfortinho, Monsanto, Oledo, Penha Garcia, Proença-a-Velha, Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo, São Miguel de Acha, Segura, Toulões e Zebreira.
O concelho encontra-se limitado a norte pelo concelho de Penamacor, a noroeste pelo Fundão, a sul e a este por Espanha e a oeste por Castelo Branco.
O concelho apresentava, em 2005, um total de 11 085 habitantes.
O natural ou habitante de Idanha-a-Nova denomina-se idanhense.
Possui um clima mediterrânico, com influências continentais, sendo os Verões bastante quentes, com temperaturas que rondam os 30 ºC, e os Invernos consideravelmente frios, registando-se uma elevada ATA (Amplitude Térmica Anual).
Na rede hidrográfica, destaca-se a passagem do rio Ponsul, no qual se situa a barragem da Idanha, com 54 metros de altura, em funcionamento desde 1948.
O edificado estende-se a partir de meia encosta para a região de campina, onde se destacam alguns montes, como os de João Nunes, Penha Garcia e Senhora de Almortão.


História e Monumentos
Há em todo o concelho numerosos vestígios pré-históricos de ocupação, como menires e antas.
Os Romanos tiveram uma influência importante, nomeadamente nas freguesias de Monsanto, Idanha-a-Velha e Ladoeiro e nas campinas de Idanha-a-Nova, onde existiu uma villa romana, assinalada num mosaico descoberto. Após a queda do Império Romano, dominaram os Suevos e os Visigodos, sendo dessa época a criação da célebre diocese da Egitânia.
Em 1187, foi construído um castelo por Gualdim Pais e em 1510 D. Manuel outorgou-lhe foral.
No património arquitectónico, destaca-se a Egitânia, uma estação arqueológica do ano 534, que foi uma da mais importantes cidades da Lusitânia, subsistindo ainda os troços das calçadas romanas e a ponte românica, construída sobre o rio Ponsul.
Destaca-se ainda o castelo, de 1187, mandado construir por Gualdim Pais, a igreja matriz, do século XVI, que possui três naves, apresenta um pórtico da renascença e uma abóboda artesoada na capela-mor, a Igreja da Misericórdia e a Capela da Senhora do Almortão, construída no local onde terá aparecido uma imagem de uma santa e que é local de romaria, realizada no segundo domingo de Maio.
Existem ainda no concelho várias casas brasonadas.

Tradições, Lendas e Curiosidades
As manifestações populares e culturais no concelho são diversas, sendo de destacar a festa da Senhora da Graça, que ocorre sete dias depois da da Senhora do Almortão; a festa da vila, em Agosto; a festa de S. Domingos, oito dias após a Páscoa; a festa de Nossa Senhora da Piedade, de 7 a 9 de Setembro; e a de Nossa Senhora da Conceição, a 8 de Dezembro.
É de destacar a festa da Senhora da Almortão, realizada 15 dias depois da Páscoa, que é a romaria mais importante das redondezas, existindo uma lenda à volta da imagem de N. Sra. que terá aparecido um dia numa moita de murtas. Quando as pessoas a encontraram recolheram-na e levaram-na para a Igreja de Monsanto, contudo esta desaparecia várias vezes e aparecia sempre no local onde surgira pela primeira vez. Assim, construiu-se uma ermida nesse local para que a imagem nunca mais desaparecesse.
No artesanato, são típicos os adufes, a cestaria em vime, os bilros, as rendas e os bordados.
Como instalações culturais, destaca-se o Centro Cultural de Idanha e a Biblioteca Municipal.

Economia
No concelho de Idanha-a-Nova predomina o sector terciário (cerca de 55,4% do total de empresas sediadas no concelho). Este sector tem uma grande importância na vila e sede do concelho.
Contrariamente à tendência distrital, o sector primário tem ainda uma grande importância na economia de Idanha, sendo a percentagem de empresas sediadas neste sector (22,3%) superior do sector secundário (20,5%).
A área agrícola do concelho abrange 94 134 ha, sendo as principais culturas o olival, a horta familiar, os prados temporários, culturas forrageiras, citrinos, vinha e cereais para grão. Será também de referenciar que a exploração florestal é uma actividade de grande importância para a economia do concelho.
Na pecuária, destaca-se a criação de aves, nomeadamente galinhas poedeiras e reprodutoras, ovinos e equídeos.




Referencia deste artigo:
Idanha-a-Nova. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010. [Consult. 2010-01-10]


Santuário de Nossa Senhora de Almortão
A Ermida de Nossa Senhora do Almortão situa-se nos campos de Idanha-a-Nova, tem um estilo simples e harmonioso.
Em 1229 D. Sancho II, no foral dado a Idanha-a-Velha mencionava a Santcam Mariam Almortam, quando demarcava os limites da Egitania. A capela-mór e o altar são revestidos de azulejos do sec. XVIII. O alpendre é formado por três arcos de granito.
Esta capela foi construída porque, como diz a lenda, um dia de madrugada uns pastores atravessavam o campo pelo sítio "Agua Murta" e notaram que havia algo de estranho por traz das murteiras grandes. Aproximaram-se e viram uma linda imagem da Virgem.
Ficaram parados de joelhos a rezar, mas depois resolveram levar a imagem para a Igreja de Monsanto. Mas ela desapareceu e foi encontrada outra vez no mesmo lugar da aparição no murtão. Respeitando a vontade da Senhora, os habitantes da vila construíram a capela.
A romaria da Senhora do Almortão realiza-se todos os anos, 15 dias depois da Páscoa. Após a missa faz-se a tradicional Procissão. Após as cerimónias segue-se o almoço, convívio entre famílias e amigos.
Então o povo canta as várias quadras á Senhora entre elas estas que dizem os historiadores que traduzia o sentimento das pessoas em serem libertadas do domínio dos espanhóis.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Por terras da Beira (3)

Hoje continuo a minha digressão por terras da Beira Baixa saindo do Fundão em direção a Penamacor
É uma vila do Distrito de Castelo Branco, região Centro e subregião da Beira Interior Sul, com cerca de 1 700 habitantes.
É sede de um município com 555,52 km² de área e 6 658 habitantes (2001), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Sabugal, a leste pela Espanha, a sul por Idanha-a-Nova e a oeste pelo Fundão.

A vila situa-se a uma altitude média de 550 m.
Segundo o que consegui apurara através d e algumas pesquisas que fiz a propósito do historial desta vila, consegui alguma informação que a seguir descrevo:
Penamacor foi elevada a vila em 1199.
Só a partir do reinado de D. Sancho I é que a história de Penamacor se define com alguma clareza. Dizem alguns ter sido esta vila pátria de Vamba, o famoso rei dos Godos que governou a península desde 672 até 682. D. Sancho I, conquistou Penamacor aos Mouros e reconstruiu-a. Deu-lhe foral em 1189 e entregou-a aos Templários na figura do mestre D. Gualdim Pais, que a fortificou.

O nome desta vila, segundo uma das lendas, terá origem num célebre bandido, que aqui terá habitado, de nome Macôr. Segundo dizem, este salteador vivia numa caverna a que davam o nome de Penha. Com o passar dos tempos, o nome adulterou-se e passou a chamar-se Pena, ficando assim a terra a ser conhecida por Penha de Macôr ou Pena Macôr.

Existe ainda uma outra versão que descreve uma luta feroz entre os seus habitantes e salteadores, originou tanto derramamento de sangue e de tão má cor, que a vila ficou a ser conhecida por Penha de má cor. Ainda outra refere, que nesta zona existiam duas povoações, ambas localizadas em montes, Pena de Garcia e Pena Maior. Com a adulteração da pronúncia Castelhana, Magor passou a ser Macor, dando origem a Pena Macor. Seja qual for a origem do nome, o certo é que representa uma das vilas mais bonitas e castiças do País.
O Concelho é composto pelas seguintes Freguesias: Aldeia do Bispo , Aldeia de J. Pires , Águas , Aranhas ,Bemposta ,Benquerença ,Meimão , Meimoa , Pedrógão S. Pedro ,Penamacor , Salvador e V. Sr.ª da Póvoa
Todas elas teem o seu historial os seus usos e costumes com a sua gastronomia tipicamente portuguesa embora este concelho faça fronteira com a vizinha Espanha.
Destas Freguesias destaco 2 ou 3 que adorei visitar.

A primeira é Salvador com 10,21 km² de área e 589 habitantes (2001). Densidade: 57,7 hab/km².
Perto desta aldeia, encontram-se as localidades de Aranhas e de Monsanto. Situa-se a 12 km da sede do concelho e a 7 km da fronteira com a Espanha.
No seu largo principal, é possível visitar a sua antiga igreja, cujo relógio foi restaurado na primeira metade da década de 2000. Possui um lagar, onde é possível comprar azeite preparado de forma totalmente artesanal. O artesanato local inclui adufes, bordados e rendas, entre outros objectos. Na gastronomia, destacam-se o queijo, os enchidos, o presunto, o pão caseiro e o pão-de-ló.



A segunda localidade é Pedrógão de São Pedro, apenas e só pela sua localização.
Esta freguesia fica situada na parte sul do concelho, na margem direita da ribeira das Taliscas, afluente do rio Ponsul, a cerca de 10 km de Penamacor. Supõe-se que a toponímia, tal como o Pedrógão Grande e o Pedrógão Pequeno, tem origem no nome do seu fundador, Petrónius. Para não ser confundido com aldeias do mesmo nome, passou a denominar-se Pedrógão de S. Pedro.

Por ultimo mostro vos Vale da Senhora da Póvoa uma Localidade do concelho de Penamacor muito conhecida na região e não só, pela grande romaria que é feita a Nossa Senhora da Póvoa

O Santuário da Senhora da Póvoa é uma ermida construída no sopé da Serra d’Opa sob a invocação de Nossa Senhora da Póvoa. Como a fundação de todas as ermidas, a Senhora da Póvoa tem a sua lenda.
Diz esta que, andando uns pastorinhos a apascentar as suas ovelhinhas, Nossa Senhora apareceu aos pequenos no meio de uns silvados. A notícia do milagre foi sabida em Vale de Lobo, (actualmente Vale da Senhora da Póvoa) povoação próxima do local da aparição. O povo trouxe-a em procissão para a Igreja. Nossa senhora voltou para o silvado. Logo se edificou uma pequena capela, que mais tarde foi substituída pela actual.
A romaria, a mais concorrida das Beiras, tem lugar no domingo, segunda e terça feira do Espírito Santo. A ela concorrem dezenas de milhar de romeiros. Noutros tempos, e ainda não muito afastados, o arraial, em dias de romaria, tinha uma característica das centenas de carros de bois, alegremente ornamentados com colchas de variadas cores, que, dispostas em arco, lembravam artísticos toucados. Com a concorrência dos automóveis, que são às centenas, quase desapareceu este quadro. Os que vão a pé podem à vontade dançar no pó desses caminhos.
Aqui vos deixo um link onde podem ler quase tudo respeitant á Senhora da Póvoaclique para ver
E aqui me fico por hoje, amanhã será outro dia e concerteza que irei descrevendo a minha digressão por terras da Beira

visitem tambem para conhecer ainda melhor todo o historial deste Concelho raiano

sábado, 2 de janeiro de 2010

Por terras da Beira (2)

Agora que entrámos no Novo Ano, em 2010 vou continuar a partilhar com os meus estimados leitores e visitantes as lindas paisagens do meu País, pelas terras onde passei
No ano anterior tinhamos ficado pela linda Vila de S Vicente da Beira, na encosta sul da Serra da Gardunha.
Hoje vou mostrar um pouco das vistas que a Gardunha nos oferece duma grande extensão da Cova da Beira e vamos posteriormente estacionar no Fundão uma linda cidade situada mesmo no coração da nossa Beira Baixa entre a s duas maiores serras Portuguesas, Gardunha e Estrela

Na Idade do Ferro, desde o ano 1000 a.C. até à sua destruição pelos Romanos, houve no topo do Monte de São Brás um Castro lusitano. Este foi substituido por uma villa ou núcleo de edifícios agriculturais no tempo do Império Romano (por baixo da Rua dos Quintãs). Julga-se que a villa foi substituida por uma mansão senhorial fortificada na Alta Idade Média.

O topónimo do local Fundão foi pela primeira vez referido em documento de 1307, e depois 1314 e 1320 referindo 32 casas. Nessa altura ficava aquém em população e influência, a várias aldeias que hoje fazem parte do seu concelho, como a do Souto da Casa.

A história do Fundão enquanto centro urbano preeminente é condicionada desde o inicio pelos Cristãos-Novos, assim como a dos concelhos vizinhos de Belmonte e da Covilhã. Após a expulsão dos judeus espanhóis (sefarditas) em 1492 pelos Reis Católicos Fernando e Isabela, grande numero de refugiados veio a estabelecer-se na Cova da Beira, onde já havia minorias judaicas significativas. Foram estes imigrantes, fundando bairros dos quais o mais importante situava-se em volta da Rua da Cale (Rua do Encontro ou da Sinagoga em Hebraico, que permitiram ao local Fundão assumir as dimensões de uma verdadeira cidade. O influxo de mercadores e artesãos judeus transfomaria a cidade num centro importante para o comércio e a industria. Com o estabelecimento da Inquisição, começaram as perseguições aos judeus e cristão-novos, tendo sido numerosas as expropriações, as torturas e as execuções. Ainda hoje são frequentes os nomes dos cristão-novos nos habitantes da região. A cidade perdeu assim nessa altura grande parte do seu dinamismo económico.

Em 1580 os notáveis da cidade deram o seu apoio ao Prior do Crato D. António, contra as pretensões do Rei de Espanha D. Filipe II (Filipe I de Portugal). Nesse ano elevaram unilateralmente eles próprios o Fundão ao estatuto de Vila. O concelho foi fundado em 1747 por ordem de D.Maria I, emancipando-o da Covilhã.

No periodo do Iluminismo do fim do Século XVIII, o então Primeiro Ministro do reino, o Marquês de Pombal, após equiparar legalmente os cristão-novos aos cristão-velhos, procurou restaurar a preeminência económica da cidade fundando a Real Fábrica de Laníficios, onde hoje está situada a Câmara Municipal. Nessa altura voltaram a ser exportados em quantidade os tecidos de lã do Fundão. A cidade foi saqueada durante as Invasões Francesas, e voltou a sofrer durante a Guerra Civil entre os Liberais pró-D. Pedro II e os Conservadores pró-D. Miguel.

O Fundão foi elevado a Cidade em 19 de Abril de 1988




Podemos ver um dos muitos pomares de cerejeiras dispersos por toda a encosta norte da Serra da Gardunha.
algumas vistas da grande extensão que separa a gardunha da estrela, uma região riquissima pelos seus frutos sendo a cereja a que mais extensão de terra ocupa e que é exportada para todo o País e muitos paises estrangeiros
O Fundão está localizada no sopé da Serra da Gardunha, no planalto da Cova da Beira, a uma altitude de cerca de 500 metros. É sede de um município com 700,13 km² de área e 30 867 habitantes (2008[1]), subdividido em 31 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios da Covilhã, Belmonte e Sabugal, a leste por Penamacor e Idanha-a-Nova, a sul por Castelo Branco, a sudoeste por Oleiros e a oeste por Pampilhosa da Serra.

Na saida para a Covilhã ao longo da EN 18 com uma saida da autoestrada A23desenvolveram-se várias industrias e comercios de interesse até a nivel nacional como a transformação de madeira, granitos, vidro e piscinas. Nesta zona existem vários hotéis, restaurantes e piscinas com interesse turístico
A pricipal artéria do Fundão a Avenida da Liberdade
O Castelo á entrada da Cidade, a Igreja Matriz e ainda a capela do Calvario vendo se tambem na mesma foto a conhecidissima e antiquissima Estalagem da Neve

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

2009 está praticamente no fim

Estamos em tempo de de rférias de Natal e por isso o blog está um pouco parado
Prometo logo no inicio de novo ano de 2010 voltar ás narrativas das minhas viagens pelo nosso País, e compartilhar convosco toda a beleza que Portugal oferece a quem o visita
Mas agora vamos esperar mais estes dois dias para que este ano acabe bem e o Novo chegue até nós repleto de tudo bom. Melhores salários, mais emprego, saude, menos guerras, comida para todos etc etc
As festas de Ano Novo são espetáculos lindos que para quem não pode viver ao vivo, as televisões mostram para todo o mundo e sempre proporcionam imagens inesquecíveis que podem ser guardadas por muitos anos. O Novo Ano de 2010 não vai ser diferente e irá proporcionar nos fotografias cheias de cores e alegria.
Das cidades que vão estar mais em foco podemos destacar algumas do nosso País tais como Porto, Lisboa e Vilamoura. Fora de Portugal, as televisões vão concerteza mostrar nos as grandes festas de fogo de artificio em Sydney, Londres, Paris, Rio de Janeiro, Roma, New York, Barcelona, Salvador, Berlin e Moscovo.
Para alem destas é provável que possamos ver imagens de outras cidades que apresentem uma bela festa de final de ano e que renda imagens de grande qualidade que todos nós iriamos gostar de ver


ano novo - Recados Para Orkut

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Os Magos estão a caminho

Photobucket

Queria agradecer a todos os que contribuiram e contribuem para o crescimento e engrandecimento do Blogue PORTUGAL MINHA TERRA MEU PAÍS. Sem leitores e seguidores, a pagina não seria nada... é por isso que dia após dia procuro trazer coisas novas, Publicar ecos do nosso Portugal, por zonas onde passei, no fundo partilhar isso com vocês. No proximo ano 2010 vou continuar a contar com as vossas visitas e tentar mostrar sempre coisas interessantes

A todos um Bom Natal e o meu abraço com amizade

sábado, 19 de dezembro de 2009

Por terras da Beira I

De Alpedrinha, voltei alguns Kms para traz e entrei em Atalaia do Campo e Póvoa da Atalaia fraguesia do Concelho do Fundão onde nasceu Eugénio de Andrade e onde em tempos cheguei a ter e ainda tenho alguns amigos

Fiz me á estrada e subi até Louriçal do Campo de cuja localidade vos deixo estas duas imagens uma panoramica do Louriçal e uma das suas pricipais artérias
e passando pelo Casal da Serra pequena aldeia perdida na serra onde me ligam alguns laços familiares, aldeia que eu já tinha visitado algumas vezes aqui vos deixo uma imagem da sua belissima capela
DEixámos o Casal para traz e seguimos por estrada sinuosa serra acima e chegámos a São Vicente da Beira De fundação remota, perde-se nos tempos o que foi o início de uma pequena povoação no local em que se encontra hoje a Vila de São Vicente da Beira.

Segundo reza a história, foi a mesma fundada (oficialmente) em 1173, tendo-lhe sido dado foral em 1195 pelo Príncipe D. Afonso, (futuro D. Afonso II) dizem uns, e por D. Sancho I (dizem outros) com a finalidade de ser restaurada e repovoada



Hoje é uma Vila bastante desenvolvida sendo daqui a origem das aguas Fonte da Fraga da empresa BEIRAVICENTE - ÁGUA DE NASCENTE FONTE DA FRAGA

e com varias actividades industriais e comerciais como Artes Gráficas, Madeiras Mámores, Serralharias; Construção Civil e movimentação de terras, Supermercados , Pastelarias etc etc

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Por terras da Beira

Estamos a chegar á Soalheira , uma aldeia situada na encosta sul da serra da Gardunha
Foi berço de ilustres poetas e cantores
A terra onde se fabricam quase mil queijos por dia

-A Soalheira tem queijo de excelente qualidade. O processo de fabrico é uma das principais ocupações na vila e contribui decisivamente para a economia local
O queijo de ovelha é provavelmente a maior imagem de marca desta vila situada na encosta sul da Gardunha.
Soalheira foi elevada a vila há 12 anos
No recinto da capela de Nossa Senhora das Necessidades -Realiza-se no primeiro domingo a seguir à Páscoa, (Domingo de Pascoela) a festa em sua honra, a mais importante das festividades religiosas na vila da Solheira.
Eu próprio assisti a muitas destas festas há anos atraz
A santa é a Padroeira dos necessitados e a capela a que dá o nome é um dos vários edifícios da vila que fazem parte do património da Santa Casa da Misericórdia da Soalheira

Estamos de saída da Soalheira, aqui do nosso lado esquerdo podemos ver o Hotel VILA MORENO

Entramos na auto estrada A23 e alguns minutos a seguir estamos a passar em Castelo novo













Contornando a encosta da Gardunha deparamos com mais uma beleza da serra
Daqui avistamos já a linda Sintra da Beira,-- Alpedrinha
A frescura da paisagem e a arquitectura granítica constroem um quadro tão característico que apetece guardar na memória por tempos e tempos. Por se situar a vila numa encosta da serra da Gardunha o ar é completamente puro. É de encher os pulmões vezes sem conta até chegar o cansaço proveniente de tal exercício.
Muitas coisas sobre Alpedrinha nesta pagina
E como a nossa Serra da Gardunha está repleta de coisas belas, lindas encostas. vistas de rara beleza até a vista não alcançar mais, vou continuar a viajem noutra oportunidade,não sem que vos deixe mais um Cheirinho paisagistico mostarndo vos a descida para Vale de Prazeres e a própria localidade no sopé da serra

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Por terras da Beira(I)

Se quiser aproveitar um belissimo fim de semana em Acains, de onde poderá deslocar se a localidades com belissimos interesses culturais , paisagisticos e históricos, Tais como Escalos de Cima ou a Lousa aqui bem perto na estrada que liga Castelo Branco a Penamacor e a Vilar Formoso
Ou á sua esquerda, tais como Póvoa do Rio de Moinhos, Tinalhas numa estrada que nos leva até á Linda Vila de São Vicente da Beira ali bem nas encostas da Gardunha.
Para tal poderá escolher algumas unidades hoteleiras entre elas O Solar de Alcains

Museu do Cabouqueiro em Alcains

Alcains é uma Vila muito interessante com muita industria terra de queijarias , moagens de grandes marcas tais como a Branca de Neve ou Espiga, Sairam daqui homens que prestaram grandes serviços á Nação como por exemplo Ramalho Eanes cujos pais conheci e que viviam ali mesmo no centro da Vila junto da fabrica Lusitana

dos meus tempos de Seminarista

Igreja de Escalos de Cima
Escalos de Cima, localidade pitoresca com alguns monumentos históricos e é passagem obrigatória a quem se queira deslocar de Castelo Branco a Penamacor
Pare e perca algum tempo visitando esta linda localidade
Igreja da Póvoa de Rio de Moinhos
Amanhã seguirei viagem na direção da Serra da Gardunha até ao Fundão

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Viajem pela Beira Interior

Vamos lá então iniciar masi uma viajem por terras de Portugal. Para entrar em terras da Beira nada melhor que começar pelas Portas de Ródão.
Vila Velha de Ródão uma Vila muito antiga riquissima em achados arqueológicos ainda da pré historia
Para melhor pesquisa de todos os documentos relativos ao historial desta Vila o melhor é visitarem esta pagina
E para vos dar uma pequena amostra do que poderão encontrar aqui vos deixo duas imagens bem elucidativas da linda paisagem que irão encontrar á beira Tejo
Saímos de Vila Velha e 28 Kms percorridos estavamos em Castelo Branco, cidade que muito me toca por ter passado aqui grande parte da minha mocidade.
fachada principal da Camara Municipal
A região de Castelo Branco foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, que em 1165 a doou à Ordem do Templo, para que os cavaleiros cristãos a defendessem dos infiéis. Em 1198, D. Sancho I confirmou a doacção.
Em 1214, a 1 de Novembro, D. Afonso II, Rei de Portugal, faz doação à Ordem do Templo da parte das terras que tinha na herdade designada por Vila Franca da Cardosa. Numa pequena elevação próxima encontrava-se outra povoação, Moncarche ou Castelo Branco de Moncarche, cujos habitantes a foram abandonando, para se refugiarem nas muralhas protectoras do castelo, erguido pelos Templários no alto da colina.
Castelo Branco recebeu carta de foral pelo Mestre da Ordem do Templo, D. Pedro Alvito em data desconhecida, mas seguramente no séc. XIII. O original do foral encontra-se perdido e as duas cópias estão datadas de 1213 e 1214. Leia mais

Esta imagem mostra nos a torre do relógio de Castelo Branco que se ouve quase em toda a cidade



Aqui podemos ver uma antiga zona degradada , agora muito bem recuperada com estacionamento subterraneo

Junto ao edificio da Telecom mesmo á entrada da parte antiga da cidade


A majestosa Sé Catedral de Castelo Branco recentemente recuperada



O antigo largo da Deveza agora completamente recuperado através do programa Pólis
Um local mesmo no centro de Castelo Branco com grandes espaços de Lazer esplanadas e jardins. Um local de passagem obrigatória

E hoje ficamo nos por aqui, prometendo continuar esta viajem por terras da Beira Interior já amanhã