
As vindimas são um trabalho arduo e demorado, mas muito gratificante. É um trabalho que se faz por várias fases.
Em Portugal é nos mêses de Setembro/Outubro que se fazem as vindimas. As pessoas ajudam-se umas às outras. Cortam-se as uvas para os baldes. Estes são despejados em sacos plásticos ou em tinas de ferro que, depois, são transportados para as adegas, quer sejam particulares ou cooperativas.

Cada região tem o seu ciclo de vindimas. Por exemplo o Alentejo onde o sol aperta mais, as vindimas começam mais cedo, seguindo se depois as Beiras e um pouco mais tarde o Minho e Tras os Montes.
Dizem os agricultores (alguns) que este ano vai ser um bom ano de vinho. E se as condições climatéricas não s ealterarem, vai haver um aumento significativo tanto na produção como na qualidade.
É bom que assim seja, mas já diz o ditado antigo ( até ao lavar dos cestos é vindima).

A partir do momento em que as uvas entram nas adegas para serem esmagadas, (ainda conheço locais onde isso ainda é feito pelo homem pisando as uvas dentro de tanques próprios para o efeito), da se inicio ao fabrico e tratamento do vinho.
A partir daqui, o vinho é, então, trabalhado durante três dias para fermentar (fazer levedar), depois é colocado nas cubas onde vai continuar a fermentação até Novembro. Chegado este mês, já diz o Zé Povinho “Dia de S. Martinho vai à adega e prova o vinho”.

Para chegar até aqui, passaram-se diversos momentos muito trabalhosos e difíceis, mas valeu a pena, porque o vinho é uma componente com muito valor na nossa alimentação. É também, um bem precioso no meio Católico porque que faz parte das cerimónias religiosas sendo transformado no sangue de Cristo,durante a celebração da eucaristia

Em tempos já passados eu adorava participar numa vindima. Muitas vezes o fiz e lembro me de dias bem passados entre amigos (as) cantando ou simplesmente contando anedotas enquanto as uvas caiam dentro dos baldes depois de cortadas da cepa
Bons tempos































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